Resgatando memórias e usando o
brincar na aprendizagem também, fiz com minha turma em conjunto com a turma do
2º ano, as ABAYOMI, que são bonecas de pano que resgata a história das crianças
nos navios negreiros. Acabei utilizando também as bonecas para trabalhar
produção de texto cooperativa. Cada aluno construiu a sua boneca e ajudou o colega com
a dele, trocando após a confecção e escrevendo juntos a história dessas
bonecas. O trabalho ficou lindo e o resgate da história se faz importante, assim como a construção coletiva do saber.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
MANIFESTO EDUCADORES
Sonha professor, sonha!
Não chore pelas mazelas
da educação!
Juntos podemos mudar o mundo!
Os conhecimentos
construídos estão iluminando mentes e tornando os caminhos cheios de luzes!
Podem até apagar essa luz,
mas juntos podemos continuar acendendo novas mentes e iluminando novos
caminhos!
Faça acontecer professor,
faça!
Compartilhe o saber, faça
os alunos lerem o mundo, verem as cores, somarem as ideias. E se pararem de
lerem o mundo, tenha força para compartilhar novas leituras, faça a mágica do
educar acontecer!
Acredites professor,
acredite!
Enquanto houver esperando
na mudança através do ensino, vai chegar o dia que vamos mudar mesmo o mundo!
Juntos, podemos tudo!
(POEMA CRIADO EM GRUPO COM AS COLEGAS DO PEAD)
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Verbete
Ensino laico, é baseado no laicismo, que é uma educação que
se caracteriza por ser um ensino desvinculado da educação religiosa. A educação
é de responsabilidade do Estado e não mais da igreja. No Brasil o ensino laico
entrou em vigor influenciado pelo Iluminismo na Europa. A partir disso deu-se início
a educação pública e a fundação de instituições com base nos ideais iluministas.
No Brasil, o ensino laico teve início a partir da expulsão dos jesuítas, em
1759, pelo Marquês de Pombal. Seus colégios foram fechados e o ensino no país
foi laicizado, com a introdução das aulas régias, o início da educação pública
e a fundação de algumas instituições baseadas em ideais iluministas. Assim, a
reforma pombalina da educação, em 1770, substitui o sistema jesuítico por um
ensino laico, dirigido pelos vice-reis. No final da década de 1870, foram
feitas novas reformulações dos currículos das escolas primárias visando criar
um programa que eliminasse a História Sagrada, retomando os debates sobre o
ensino laico e a separação entre o Estado e a Igreja Católica. Com a Revolução
Industrial e a necessidade de mão de obra com formação técnica e especializada,
o ensino laico é defendido junto à ideia de um ensino estatal e à concepção da
educação universal, gratuita e obrigatória.
Citação
bibliográfica:
MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos."Ensino laico" (verbete). Dicionário Interativo da Educação Brasileira - EducaBrasil. São Paulo: Midiamix Editora, 2002, http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=333, visitado em 3/11/2015.
MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos."Ensino laico" (verbete). Dicionário Interativo da Educação Brasileira - EducaBrasil. São Paulo: Midiamix Editora, 2002, http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=333, visitado em 3/11/2015.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Porque escolhi ser professora?
Me chamo Melissa, tenho 34
anos, sou professora há 15 anos, sendo 9 deles no Estado. Sou viciada em
literatura dos anos 20 e arte. Meu desejo sempre foi querer mudar o mundo.
Inicialmente com essa minha
vontade de mudar o mundo e por ser uma aluna questionadora, pensei em ser
cientista, para descobrir a cura de muitas doenças na nossa sociedade,
inclusive a doença do preconceito, mas com o passar dos anos, na escola fui
percebendo que minha aptidão para as exatas (tão apreciada pelos cientistas)
eram nulas, quase zero.
Mas em compensação, tinha
naturalmente o dom da oralidade e um amor pelas humanas. Juntando esses elementos e mais o fato que
meus questionamentos não eram solucionados pelos meus professores, decidi ser
professora para justamente achar as resposta e mudar o mundo. Utópico não?
Diariamente tento tornar os meus alunos,
alunos pensantes e não copistas. Obviamente, esse pensamento clichê e utópico
para muitos, depois de 15 anos modificou-se um pouco, ainda não mudou, mas
tornou-se diferente. Ainda quero mudanças, mas ao invés de mudar o mundo quero
mudar a mentalidade da minha comunidade escolar, ainda quero formar alunos
atuantes e críticos e leitores letrados.
E é exatamente isso que me faz ser professora.
#eujámudeiomundo
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