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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Classificar é fazer ciências???



"Lé com lé, 
Cré com cré, 
Homem com homem,
Mulher com mulher..."

Classificar é fazer ciência, pois é um dos trabalhos fundamentais das Ciências, organizar todos os seus objetos de estudos e colocar na classificação certa. Classificação é algo que a ciência costuma fazer cotidianamente.  

 E também classificar é fazer ciências, pois requer observação e experimentação para ver onde vai e a comprovação ou não se está no lugar certo.

         Classificar também é um trabalho interdisciplinar, com a matemática por exemplo, pois classificar é uma operação lógica de valor fundamental nas nossas vidas , pois nos ajuda a organizar as coisas do nosso cotidiano. 

         Duas dicas de livro para trabalhar classificação e de quebra seriação e aliar aos conteúdos de ciências: O grande rabanete e a casa sonolenta










quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Multiplicação



Podemos utilizar a multiplicação em situações cotidianas da sala de aula e da vida do aluno, sem precisar das tabuadas. O professor pode formar grupos, pensar em rodas de bicicletas, sanduíches para X de alunos e muitas outras opções. É necessário no entanto planejamento para a ação e o processo de construção acontecer. O aluno precisa entender o conceito da multiplicação e saber utiliza-lo em situações suas. Depois que o aluno construiu esse conhecimento e já utilizou, podemos sistematizar os resultados, trabalhando com quadros de completar por exemplo ou com jogos que envolvam o conceito da multiplicação, como o jogo que utilizei com os alunos em sala de aula, batalha naval da multiplicação.
Precisamos explorar essa multiplicação cotidiana em nossa sala de aula, utilizando jogos e coisas da vida do aluno, fazer com que ele entenda o processo, fica muito mais acessível o aprendizagem e ele constrói seu saber, muito melhor do que saber a tabuada de cor e não saber colocar na pratica o aprendizado. A atividade que meus alunos mais gostam de fazer relacionada a tabuada e a multiplicação, são os livros coletivos.

Metodologia: Cada dupla ou trio, sorteia um número de 1 a 10, o número que for sorteado vai ser a página do livro que vão confeccionar. A dupla sorteou o número 6, vão construir a página 6 do livro coletivo da tabuada do 2, vão ter que construir 6 bicicletas com 2 rodas em casa e após vão ter que fazer a operação. A lei vai ser 2 rodas em cada bicicleta. E cada livro vai sendo construindo de acordo com a tabuada.




Livros coletivos do 3º ano: 

Livro coletivo da tabuada do 2: bicicleta, duas rodas em cada bicicleta.

Livro coletivo da tabuada do 3: sorvete, 3 bolas em cada casquinha.

Livro coletivo da tabuada do 4: ovelhas, 4 patas para cada ovelha. 

Livro coletivo da tabuada do 5: mãos, 5 dedos em cada mãozinha. 

Livro coletivo da tabuada do 6: corujas, 6 corujas em cada árvore.

Livro coletivo da tabuada do 7: Branca de Neve, 7 anões para cada Branca de Neve.

Livro coletivo da tabuada do 8: Pequeno príncipe, 8 rosas para cada príncipe.

Livro coletivo da tabuada do 9: Procurando o Nemo, 9 peixes para cada mar.

Livro coletivo da tabuada do 10: Pokémon, 10 pokebola para cada pokémon.


Lembrando que podemos misturar a literatura com os conceitos da matemática, só nessa atividade de livros da tabuada utilizei 4 livros de histórias. Fazendo um planejamento da atividade, podemos usar muitas histórias. 


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Espaço e Forma!


Profe Mel planificando uma maquete para os alunos

A geometria está no cotidiano dos alunos e desde a educação infantil deveria ser mais explorada, através de jogos e brincadeiras que envolvam o conceito, fazer o aluno perceber o que é o espaço, o que é a forma e como ele ocupa esse espaço.Podemos brincar com o conteúdo e fazer o aluno identificar na sua realidade o espaço e a forma e fazer ele compreender a noção de espaço que desde o seu nascimento já é algo que ele tem contato. É necessário tornar esse espaço representativo e por isso é tão importante planejar atividades que envolvam essas representações.

A escola deve oportunizar as crianças esse tipo de contato e representações, para que eles possam a assimilar de uma maneira ampla esses conteúdo. É necessário procuramos maneiras de trazer isso aos nossos alunos, pois é um conteúdo rico e que faz parte da vida do aluno desde sempre e sempre partindo do “Eu” do aluno, como nos traz o texto, onde Piaget afirma que o corpo da criança é um modo dessa representatividade. 

Livro para trabalhar ludicamente espaço e forma: 3 partes. Baixa aí e monta um ótimo plano de aula, unindo literatura e matemática. 

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Matemática!

Aluna do 3º ano B, com a capa do livro coletivo
Nosso papel como professores do ciclo de alfabetização é ALFABETIZAR e também letrar. Ou seja, formar alunos capazes de lerem o mundo, escreverem para o mundo, não só ler e escrever dentro da sala de aula e para mostrar para o professor. O aluno precisa se inserir na sociedade para participar dela de forma ativa, mas para isso não basta só ler e escrever, é preciso também ampliar seus conhecimentos e dominar outras áreas do ensino, como a matemática, por exemplo. Porque para ler o mundo é necessário também compreender os números e todo esse sistema que envolve a matemática. O aluno tem que ler o mundo, interpretar esse mundo, saber se comunicar com o mundo e usar seu raciocínio logico para enfrentar no dia a dia as demandas da vida.
Trabalhar com matemática na sala de aula envolve todo um trabalho interdisciplinar com a geografia, com a ciências da natureza e com a própria área de linguagem. 
Unir a matemática com a literatura, colocar conteúdos e conceitos em jogos pedagógicos e fazer experimentações, favorece deste modo ao aluno uma construção do saber muito mais globalizada e diversificada, tornando seu conhecimento muito mais amplo.

Integração teoria e prática de que trata a interdisciplinaridade refere-se à formação integral. O pensamento crítico desta discussão leva ao aprofundamento da compreensão sobre esta relação, pesquisadores a fazerem um pacto de silêncio em nome da própria sobrevivência]. Foi um tempo de silêncio [...]” (FAZENDA, 2008, p. 30).


Aluna 3º ano B,
com uma página do livro coletivo de multiplicação