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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Os lugares de memórias!

Profe Mel, sendo aluna em 1990.

A fotografia, serve como um grande relicário. Ou seja, a fotografia é um carregador de memórias. Serve tanto para registrar essa memória, como para resgatar ela. Através da fotografia, conhecemos a cultura dos nossos antepassados e desta forma nossa própria cultura. E se olharmos nossas fotos como docentes, resgatamos como éramos e o que vamos nos tornando à medida que o tempo passa. Com a chegada dos celulares, a fotografia passou a ser instantânea e pode-se fazer os registros com muito mais facilidades, a imediata visualização do objeto fotografado.


Profe Mel, sendo profe Mel em 2016.

Essas memorias docentes, através da fotografia, serve para nos mostrar o quanto evoluímos como professores e o quando passamos por dificuldades e a cada novo ano, aprendemos com o antigo, não repetindo erros do passado, a história serve para isso e acredito que esse resgate de memória docente, serve justamente para isso, para analisarmos o quanto nos transformamos à medida que o tempo passa. Acredito que com a fotografia digital, possa haver manipulações, a fotografia pode nos iludir, porém ela é um dos melhores suportes, pois é uma imagem e, no processo de rememoração, da lembrança, da memória propriamente dita, nós nos valemos das imagens das coisas.

Texto escrito com base no texto: 

FELIZARDO, Adair; SAMAIN, Etienne. A fotografia como objeto e recurso de memória. Discursos fotográficos. Londrina, v.3, n.3, p.205-220, 2007. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/discursosfotograficos/article/view/1500/1246>Acesso em: 20 set. 2016.