Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de outubro de 2015

Contribuições de Freud para a Educação



Penso que existiram três homens que mudaram muita nossa concepção de mundo. Sócrates com seu discurso e filosofia, Copérnico que depôs o geocentrismo e Freud com sua psicanálise. Ela contribui para a evolução da nossa sociedade até os dias de hoje. Freud é conhecimento no mundo todo por todos, todo mundo já falou o bordão clichê “Freud explica”, mesmo sendo leigo na teoria. Todos sabem que Freud explica e nos explica de uma maneira rica e conceituosa. A psicanálise efetuou um estudo do desenvolvimento dos seres humanos, de suas forças interiores, de suas inter-relações. Freud também estudou as questões feministas e empoderou a mulher, apesar das acusações de que Freud seria um misógino, mas percebe-se claramente nos anais da psicanalise a trajetória das mulheres e revelam o legado dessas ideias para o feminismo contemporâneo, e ele fazia isso justamente com as mulheres da sua vida.  A Psicanálise pôde clarificar a compreensão dos processos de aprendizagem e ensino. Embora Freud não tenha feito menção diretamente a educação, seus estudos, teorias e práticas enriqueceram muito a educação. A teoria da sexualidade infantil espantou a sociedade da época, que acreditava na manifestação sexual apenas depois da puberdade. Segundo Freud, o prazer sexual começa a partir do início da existência de cada pessoa e passa por fases e essas fases que estudamos até hoje nos ajudam a entendermos o comportamento dos nossos alunos. E continuam contribuindo juntamente com as teorias comportamentais. A obra de Freud voltou-se dominantemente para a terapia como sabemos, mas ao estabelecer analogia com a educação, ele diz: "A educação e a terapêutica acham-se em relação atribuível uma com a outra”. 


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Diabinho? Anjinho? Eu!








Temos três estruturas que comandam nossa vida. O famoso trio freudiano: ID, EGO E SUPEREGO.

Ao nascer, o sujeito possui apenas o ID, que é uma espécie de caixa com muita energia psíquica  onde se realiza as pulsões de vida e muitas vezes essas pulsões se encontram, no inconsciente. O ID é comandado pelo prazer, só visando o prazer. Depois das nossas primeiras experiências, vamos aprendendo e adquirindo conhecimento do mundo começando assim a estruturar nosso EGO. O EGO está relacionado a fatos reais, concretos e é capaz de controlar, conter o desejo sem reprimi-lo. É o que equilibra as requisições do ID e as exigências e crítica do SUPEREGO, é a nossa verdadeira personalidade, que escolhe qual decisão seguir. Já o SUPEREGO está relacionado a fatos morais e pode recriminar o EGO, censurando, dizendo se está certo ou errado, julgando, é o que freia as ações impulsivas, o que auto recrimina e muitas vezes a sociedade com seus pré-conceitos acaba fazendo o papel do nosso amigo SUPEREGO também. 

Quem comanda mais a suas ações?

Freud explica!

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Primeiro Workshop!





                                       Não é um bicho papão e nem um bicho de sete cabeças.


É uma construção que elaboramos sobre nossos saberes e também uma interação com os saberes das colegas e professores. Escrever sobre nossas aprendizagens e apresentar requer dialogicidade, envolvimento, coerência com que escrevemos e com o que falamos e também com o que ouvimos, dinamicidade e um tanto de coragem para quem não se sente seguro.

Escrever e apresentar nossas ideias e reflexões é um processo social e histórico que faz com que evoluímos para o grande dia. O workshop não serve só para ganharmos um conceito e passarmos para o próximo semestre. Ele serve para que possamos adentrar cada vez mais no conteúdo e dominá-lo. E com isso faz com que estejamos sempre em busca de novos conhecimentos para podermos fazer novas reflexões e estarmos mais dentro das aprendizagens.

O próprio conhecimento que amplia nosso conhecimento.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Reflexão!


Será que estamos enquadrando nossos alunos ou estamos deixando eles serem livres para construir seu saber?

domingo, 14 de junho de 2015

Reflexão cotidiana da minha prática

Depois de ler Becker, comecei a refletir ainda mais minha pratica em sala de aula e me questionar que tipo de professora estou sendo e se é o que de fato sou ou é o que simplesmente estou sendo.
Penso que a implementação da LDB com certeza é um marco para a educação no Brasil, pois a partir dela começamos a visualizar melhor a escola que tínhamos e a escola que é preciso fomentar mediante as necessidades humanas tão eminentes no limiar do século XXI.
Contudo, este é um processo complexo, e até mesmo doloroso para todos os envolvidos com o processo educativo, pois, nos propõem um processo de “(re) aprendizagem” da nossa própria prática pedagógica, tendo que endossar a partir daí uma prática articuladora, transformadora da realidade, capaz de promover um processo baseado na aprendizagem do aluno, onde este desenvolva-se a partir do conceito de que é preciso conhecer a conhecer.
Só que essa (re) aprendizagem e essa reflexão noto que são poucos professores que fazem, pois não além de estarem conformados, de fato não querem mudar e nem querem abrir mão do poder que tem.
Então, penso que deveríamos fazer essa reflexão todos os dias e tentar adequar nosso planejamento com uma aula construtivista, interdisciplinar, onde os alunos construam seus saberes. Se não tem como, por pressão social da escola e da comunidade trabalhar só com esta metodologia, tentar misturar as duas. Creio que qualquer mudança é bem vinda e pode ajudar muito a turma. Tentar abrir mão desse “poder” e passar para que o aluno comece a construir seu saber.
                                                                                                               
Que tipo de aluno queremos criar? Indivíduos subservientes ou individuo pensante, critico, criativo e operativo? Nossa metodologia que vai criar esse aluno.



domingo, 7 de junho de 2015

Um pouco de corporeidade....

Pensando na  história de David do filme A.I. Inteligência Artificial de Kubrick, o pequeno robô, que ao ser ativado pela “mãe” com um código de ativação onde percebe-se claramente a questão do toque na nuca e nas palavras “Mônica, David, Mônica” para criar um elo sentimental com o “garoto” e essa passa a amar e ter uma ligação afetiva com a mãe orga, passa a sonhar também - como Pinóquio - em se tornar humano para ganhar o amor da mãe. O filme encontra-se localizado em um tempo futuro indeterminado, em que o efeito estufa derreteu a calota polar, matou bilhões de pessoas e afundou cidades costeiras como Nova Iorque e Amsterdã. Quanto à sociedade, esta se divide em orgas - os orgânicos - e os mecas - os mecânicos -, sendo que os primeiros encontram-se sob severa restrição para procriar.
Mas nota-se claramente a questão do toque e da importância do afeito para o desenvolvimento cognitivo.
O desenvolvimento sócio-afetivo está relacionado aos sentimentos e as emoções em virtude de uma série de interesses, solidariedade, cooperação, motivação e respeito, visando desenvolver o indivíduo como pessoa, estimulando a formação de uma personalidade estável e equilibrada, desenvolvendo também o aspecto cognitivo, que é o desenvolvimento intelectual e a operação dos processos reflexivos e motor, que trata diretamente do movimento e do desenvolvimento da criança. Esses processos visam garantir a formação integral (sócio, afetivo, cognitivo, motor, espiritual) do aluno. (RODRIGUES, 2003, p.41).
O médico e psicólogo Henri Wallon atribui à emoção – que, como os sentimentos e desejos, são manifestações da vida afetiva – um papel fundamental no processo de desenvolvimento e relacionamento humanos. E a questão do toque está incluído nesse processo sócio-afetivo.

É algo para se pensar né? 


domingo, 24 de maio de 2015

Reflexões!

Depois de ler o texto do Zabala, comecei a pensar não só em métodos globalizados, mas em currículo educacional, pois currículo não é somente conteúdos a serem seguidos, mas um processo democrático, de cuja construção todas as pessoas afetadas deveriam participar. E para que isso seja positivo, precisamos trabalhar coletivamente e interdisciplinarmente e quanto isso ocorre, o processo educativo acaba fazendo uso dos métodos globalizados.  E visa o desenvolvimento de todas as capacidades do aluno, para que ele possa não só dar respostas certas, mas que ele possa dar respostas para a vida em sociedade, é o que nos coloca lindamente Zabala, ou seja, os conteúdos devem proporcionar ao aluno uma melhor compreensão da sua realidade, para poder intervir e/ou transformá-la da maneira mais adequada. Como já dizia Paulo Freire: devemos primeiro ensinar as pessoas a aprender a ler o mundo em que eles vivem.
É prioridade que o que se estuda nas escola, parta da realidade do aluno inicialmente e do seu interesse e não conteúdos fechados que só servem para alienar o pensamento critico do aluno e domestica-los  sem a capacidade de analisar, questionar e muito menos transformar a sua realidade.
Penso que a função principal da educação é fazer com que nossos alunos leiam o mundo e tentem de alguma forma transformar esse mundo em que vivem. 
Queremos alunos críticos e transformadores, para atuar e mudar o mundo, ou pelo menos a comunidade em que vivem.




segunda-feira, 18 de maio de 2015

Família, Escola e Sociedade!



A escola não é a exclusiva instância de formação de cidadania, a família tem um papel enorme nessa formação do sujeito. Mas, com o aumento da sociedade e ampliação social, precisamos cada vez mais qualificar essa escola e esse ensino para poder transformar esse indivíduo e dar chances educativas e culturais a ele. Formar alunos atuantes e críticos para usarem o conhecimento adquirido na escola em sua comunidade, para que ele possa se resgatar historicamente como sujeito e se inter-relacionar com a sociedade. A base é familiar, mas as arestas são aparadas no ambiente educativo, para que o aluno atue efetivamente como ser social.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Portfólio



O portfólio tem papel importantíssimo na consolidação do nosso conhecimento e da nossa prática, pois ele retoma passo a passo como foi a construção desse conhecimento e como levamos isso para nossa vida. Ele é quase uma terapia educacional. Faz com o aluno e o professor repense na sua forma de aprender e ensinar. E essa reflexão ajuda no processo de consolidar aprendizagem e ensino se torna mais significativo.
Uma leitura muito interessante que estou lendo e me remete um pouco ao portfólio é o livro do Miguel Zabalza “diários de aula”. 
Uma passagem interessante “escrever sobre o que se está fazendo como profissional é um excelente procedimento para normatizar os padrões de trabalho.”

É essa escrita  que torna o portfólio rico. E nos mostra a evolução que tivemos no decorrer do aprendizado. 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Sobre retrato da escola






Fazer o retrato da escola foi um grande aprendizado.

O olhar que estou tendo sobre a minha escola mudou totalmente do olhar que eu tinha.
Conhecer a história da escola, onde tudo começou e como chegamos onde estamos hoje me fez perceber que cada “tijolinho” nessa construção do saber tem sua importância.
E saber que essa história não termina aqui e que sempre haverá consequências do meu trabalho nesta escola e ele ficara marcado e seguira a sequência dos fatos, intenções e realizações.

Retratar isso está sendo um aprazível trabalho.
Desconstruiu e construiu novamente o que é escola. O que é a minha escola. 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O que estou aprendendo...

Primeira coisa que aprendi e estou no processo de consolidação deste aprendizado é “ADEUS PROCRASTINAÇÃO”.
Esse hábito está enraizado no nosso DNA e faz com que a nossa vida se torne um acúmulo de coisas.
Um acúmulo de coisas que facilmente poderiam ser feitas no seu tempo correto. E esse papo clichê que mentes criativas deixam tudo pra depois é papo de um procrastinador que quer deixar tudo para o dia seguinte, semana seguinte, mês seguinte. Não acredite!
Quando ocorre a procrastinação, essas coisa que deixamos pendentes vão se acumulando.E cada dia que deixamos de fazer algo que deveríamos fazer neste dia, vai ficando para o dia seguinte e ai do nada a pessoa procrastinadora SURTA. E chega a conclusão que não tem tempo. Tem tempo sim, basta fazer cada coisa no seu dia e seguir uma organização de tempo.
Geralmente procrastinamos por nos sentir confiantes diante das “mil” coisas que temos para fazer, sempre damos conta,  mas com o curso estou começando a me questionar, será que vale pena essa “loucura” de deixar tudo pra última hora? Não vale! Minha terapeuta também agradece.
 Com o curso de EAD, estou moldando minha nova personalidade de estudante e nisso entra não procrastinar e me organizar para os estudos e tarefas diárias. Manter o cronograma!
É necessário essa organizar de tempo para evoluirmos como profissionais.
Se não seguirmos isso, o tempo passa e  levamos a vida acumulando coisas sem nos vermos fazendo essas coisas. A gente acaba fazendo tudo no automático, sem nos colocarmos de fato ali e sem percebemos o que realmente importa. 

Acabou procrastinação, hoje é um lindo dia para fazer o que é necessário ser feito.
(Postarei isso hoje e não amanhã.)