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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Reflexões sobre 1º semestre do curso



Fiquei pensando nas reflexões sobre as interdisciplinas do 1º semestre e me deparei com a interdisciplina de Escola Cultura e Sociedade. Me dei conta que tudo que aprendemos na interdisciplina e tudo que refletimos naquela momento, serve pra hoje. Pro momento atua que estamos vivendo.

Uma sociedade marcada historicamente pela diferença cultural e de luta de classe, que continua até os dias de hoje, a escola tem um papel fundamental na desconstrução dessa sociedade teoricamente, pois a educação se apresenta multicultural.  O lugar da escola nesse contexto de comunidade deveria ser aquele que trabalha as diferenças e não evidencia o que não é igual ou comum a todos e tenta igualmente trabalhar com essas diferenças.

Tentamos ao longo do curso, ressignificar nossa prática, para tornar nossa sala de aula, uma sala de aula menos excludente, porém é vivemos em conflito, vemos diariamente dentro da escola os antagonismos e os conflitos da sociedade, pois essa mistura acontece, não temos como separar escola e sociedade. Uma está ligada a outra e são articuladas. E nesse contexto escolar que vemos a discriminação de grupos excluídos pelo seu gênero sexual, raça, classe social e outros. E o contexto atual só tendo a aumentar essa exclusão. Por isso deveria ser nosso papel, enquanto professores,  tornar a escola um lugar democratizado, tornar o ensino acessível para todas as classes.

Acredito que atualmente a escola, tenta se firmar como um espaço legítimo e nessa legitimidade ocorre o processo de socialização. É na escola que discutimos as desigualdades e tentamos trabalhar com a diversidade de um modo que não exclua os diferentes e nem padronize todos da mesma forma. Mesmo que a mordaça se torne lei, precisamos combater a exclusão, sendo resistência nas nossas salas de aula.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Reflexão sobre as aprendizagens do semestre!


Inicialmente o curso de Pedagogia a distancia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, trouxe mudanças significativas na minha vida pessoal, pois me fez ser uma pessoa menos procrastinadora, como escrevi no meu primeiro texto aqui no portfólio de aprendizagem. Tornando-me uma pessoa mais organizada e seguindo horários pré-estabelecidos de estudos.
O curso tornou-se pra mim, uma grande fonte de aprendizado constante e diário, pois me faz pensar diariamente na minha pratica de sala de aula e me faz refletir sobre essa pratica e esse currículo no qual preciso seguir. Como diz Rubens Alves, “é fácil obrigar um aluno a vir para a escola, difícil é convencê-lo a aprender”. E justamente porque quero fazer com que esse aluno aprenda sem ser obrigado é que o curso tem se tornando rico. Pois me fez refletir sobre minha metodologia de trabalho e pensar em que mudanças, estou promovendo em minha sala de aula e se esse currículo está trabalhando com o multiculturalismo da nossa sociedade e trabalhando principalmente essa diversidade e essa cultura que o aluno traz de casa. O curso está me questionando constantemente, sobre a educação e esse meu ideal de educação. O que meus alunos querem aprender e em como eu estou ensinando esses alunos a aprender.


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Educação e Cinema


Depois de assistir a alguns filmes militantes e pesquisar sobre eles (tiveram seu auge em Maio de 68), nota-se claramente que o principal objetivo desses filmes era interferir politicamente em sua época sem dogmas, moralismos ou pensamentos padronizados e ainda usando de uma estética sociopolítica nos faz refletir atualmente sobre a sociedade que vivemos e nos faz fazer comparações necessárias sobre a evolução da mesma ou não, pude perceber o quanto esse tipo de cinema se torna um aliado em nossa educação, um aliado de peso na escola. Os filmes produzidos por grandes cineastas, sempre estão vinculados a movimentos sociais e ativistas. Os filmes militantes ou politizados nos fazem explorar conflitos que muitas vezes passam despercebidos diante de tanto conteúdo em sala de aula. Usar os filmes deste tipo se torna uma intervenção rica, não só para entender o país e conhecer a  nossa história, mas para pensarmos enquanto sujeitos sobre o nosso país, nossa sociedade e principalmente sobre nossa comunidade. 

Se pesquisarem no Google, vão encontrar ótimos filmes para ver e outros tantos para levar para nossas escolas e abrir grupos de discussões, inclusive algumas animações para nossos alunos.  Podemos começar a montar nossa cinemateca!