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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Inclusão!


Ao falar sobre inclusão e pensar no aluno X, percebo o quanto meu papel como professora é fundamental nesse processo, tendo em vista que nem a família do aluno contribui no seu processo de desenvolvimento e não é por não aceitação do que o aluno apresenta e sim por descaso. Por isso meu papel em sala de aula é importante para essa construção do aluno. Tanto para que haja socialização do aluno com a turma e da turma com o aluno, para que além de ter conteúdo, o aluno possa se ver pertencente aquele espaço, sem placas e rótulos, que disso a sociedade se encarrega de colocar. Dentro desse espaço chamado sala de aula o aluno precisa se sentir livre para ser quem é e que diante disso possa ser oportunizado situações que favoreçam o desenvolvimento do mesmo, pois inclusão não é só saber respeitar o diferente. Por isso é importante o professor contar com uma rede de apoio dentro do espaço escolar, tanto da equipe pedagógica quanto do professor da sala de recurso e criar parcerias, para atingir o objetivo maior.

Meus objetivos para o “aluno X” é:
  • Planejar ações para atender às necessidades do aluno, oportunizando o estabelecimento de relações com os seus pares.

  • Oportunizar atividades para despertar o interesse e a participação efetiva nas atividades escolares, a fim de que o “aluno X” tenha acesso aos saberes e alcance pleno desenvolvimento de suas potencialidades.

  • Fazer observações diárias do aluno em sala de aula, para criação de estratégias para a socialização do mesmo.

  • Propor atividades lúdicas e do interesse do aluno, para despertar o foco do aluno na realização das atividades e para que o aluno X queira ficar em sala de aula.

  • Montar um ambiente alfabetizador, que facilite a interação do “aluno X” com a Leitura.


Para que eu consiga atingir todos os objetivos para que o aluno tenha sucesso na sua aprendizagem, preciso contar com esse apoio. Lembrando que a participação da família é fundamental, porém nesse caso a família do aluno está sendo negligente. Infelizmente esse processo ainda é longo, mas como acreditamos no potencial da educação, teremos sucesso. E assim se espera que todos os alunos de inclusão tenham e principalmente, que tenham professores interessados e motivados.


domingo, 26 de novembro de 2017

Mitos e Preconceitos! Rótulos e Pré-Conceitos!

A sociedade em geral não lida bem com o dito diferente, tem tendência a apontar e a muitas vezes ter um certo pré-conceito. Dentro de uma sala de aula, que é o primeiro contato com a sociedade que os sujeitos tem, isso também acontece. Mas que diferença é essa que instiga ao pré-conceito? O que é ser diferente? O texto nos faz refletir sobre isso. E existem vários tipos de diferenças, as físicas, as diferenças de personalidades e os comportamentos que se diferem.  Como lidar com tudo isso em sala de aula? E se pensarmos sobre as diferenças, temos as diferenças significativas que pontuam definições tais como: Estatísticos, Estrutural e Psicosocial. Estatíticos se refere à matemática mesmo, aqueles apontamentos que tantos porcento da sociedade faz assim ou daquele modo. O estrutural se refere a vocação, como características dos indivíduos (ver, ouvir, falar, comer) e são taxadas de diferentes pessoas que necessitam de uma ajuda de algum elemento exterior para exercer essas características e o psicosocial se refere a comparação, como por exemplo só pessoas brancas, magras e altas serão bem sucedidas , logo se pertencer a esse grupo sou “normal” e não vista como diferente.

Um conceito que trabalho muito em sala de aula é da empatia, empatia pelo próximo. Somos iguais, porém diferentes e precisamos ser respeitados nessa nossa diferença. O diferente não deve ser assustador, mas deve ser somado a diversidade da nossa sociedade multicultural e deve ser respeitado. Por isso a palavra empatia. Faço com que meus alunos reflitam sobre essa palavra e a pratiquem. O ensino desse conceito, que deve ser praticado em sala de aula e na vida é fundamental, pois muitas vezes essas relações em sala de aula são liquidas, como nos fala Bauman, ninguém se preocupa com o outro, só consigo mesmo. E para vivermos bem em sociedade, precisamos ter o cuidado com o outro, além de nós mesmos. Quando não se tem empatia, muitas vezes se tem o Pré-conceito, o preconceito e os rótulos.  Estamos ali formando sujeitos que serão os futuros atuantes da nossa sociedade, se começarmos a trabalhar a empatia pelo próximo e o respeito a diversidade, no futuro não serão adultos pré-conceituosos. Para Omote (2004) deveríamos pensar na diversidade como um fator natural, decorrente da variabilidade própria da espécie humana, de alterações ocorridas no organismo e de possíveis variações no ambiente.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Somos iguais, porém diferentes!

Trabalho realizado após leitura do "O garoto Estrela", que aborda diversidade

Ao falarmos sobre as diferenças físicas e preconceitos, percebemos muitas vezes que se faz presente na nossa sala de aula e de forma explicita na maioria das vezes. Tudo porque a sala de aula é o primeiro contato que nossos alunos têm com a sociedade e ele traz para dentro da sala de aula sua bagagem cultural e suas experiências. O preconceito é moldado em casa, muitas vezes e disseminado nas ruas. Antes de sairmos julgando, precisamos entender o que leva esse sujeito ser preconceituoso e precisamos refletir acerca do tema. Muitas vezes, o fato de sermos diferente gera esse pré-conceito. Pois não estamos acostumados com o diferente. Diferente do que se prega na sociedade. Diferente do que a mídia mostra. Diferente do que padrão que nos foi imposto. O diferente, não é nos é comum. Não sabemos lidar com o diferente. E muitas vezes, o diferente pode ser a gente mesmo.
E existem vários tipos de diferenças, as físicas, as diferenças de personalidades e os comportamentos que se diferem.  Como lidar com tudo isso em sala de aula? E se pensarmos sobre as diferenças, temos as diferenças significativas que pontuam definições tais como: Estatísticos, Estrutural e Psicosocial. Estatísticas se refere à matemática mesmo, aqueles apontamentos que tantos por cento da sociedade faz assim ou daquele modo.  O estrutural se refere à vocação, como características dos indivíduos (ver, ouvir, falar, comer) e são taxadas de diferentes pessoas que necessitam de uma ajuda de algum elemento exterior para exercer essas características e o psicosocial se refere à comparação, como por exemplo, só pessoas brancas, magras e altas serão bem sucedidas, logo se pertencer a esse grupo sou “normal” e não vista como diferente.
E como transformar a diferença em igualdade numa sala de aula? Como nos aponta Freire, educação não muda o mundo, educação muda pessoas. Logo, precisamos mudar pessoas para que elas possam a vir a mudar o mundo.
Na minha sala de aula, trabalho a partir da literatura infantil, que além de ser uma estratégia de leitura, oportuniza o debate sobre diversidade e consequentemente sobre respeito ao próximo e empatia.
Ao perceber que o diferente é igual, passamos a valorizar a diversidade presente em sala de aula e além da valorização, passamos a dar voz aos alunos que se sentem “diferentes” em sala de aula. Não devemos permitir que nossos alunos sejam como os avestruz e queiram se esconder dentro da areia, portanto é fundamental oportunizar momentos em sala de aula para que possam se construir como sujeitos pertencentes a essa sociedade.