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quarta-feira, 26 de junho de 2019

Reflexão 6º semestre: Modelos Pedagógicos




Pensando na postagem sobre  ModelosPedagógicos e trazendo a reflexão para hoje e depois de ler e ver vários vídeos sobre construtivismo, modelos epistemológicos e Piaget com sua teoria do desenvolvimento, percebemos o quanto o conhecimento cientifico e com base nas experiências, principalmente no campo da educação tem importância. E o quanto é importante ressignificarmos nossa prática, principalmente em sala de aula, pois como nos coloca Becker, cadê a experiência? Cadê a intuição? Cadê as perguntas? Precisamos deixar as cópias de lado, precisamos deixar o aluno construir seu saber e precisamos sair do comando, como nos traz Freire, onde aponta a questão do comando do professor. Precisamos abrir mão desse poder, para dar poder para nossos alunos.
O questionamento que fica é sobre o professor que tenta ensinar conhecimento cientifico, mas segue professando epistemologia do senso comum, que são aqueles 3 modelos, chamados de apriorismo, empirismo e construtivismo. Sendo que o apriorismo é aquele que os alunos são rotulados, ao adentrar no espaço escolar, inclusive pelos seus professores. E sendo o construtivismo uma critica aos primeiros modelos, mas que ainda estamos perdidos ao tentarmos ser construtivistas. Sendo que a escola ainda não está preparada para essa mudança e muitas vezes o professor sofre pressão pelo seu agir diferente. Assim como Lino de Macedo nos aponta, sobre a importância do construtivismo, como contribuição para educação e a importância da ação.

Portanto, tudo que foi visto e lido, nos remete muito a essa postura de reflexão do professor e de ação, em prol de uma pratica mais diferenciada, oportunizando aos alunos um ensino de construção e não somente de copias. O professor tem papel importante nessa nova ação, principalmente porque é através dele que se dá essa construção de conhecimento.
E fica a reflexão mais um pouco, qual modelo estamos seguindo?
E que diferença ele faz na vida dos nossos alunos e alunas?


sexta-feira, 21 de junho de 2019

Reflexão 6º semestre: Professora lutando também está ensinando!



Greve Geral da Educação
maio/2019


Foi no 6º semestre do curso, que tivemos no Estado a segunda maior greve do magistério. Fiz uma postagem sobre aqui



Professor lutando também está ensinando, penso que essa frase continua valendo, ainda mais depois de todos os ataques que continuamos sofrendo enquanto professoras. A educação deixou de ser prioridade e está sendo sucateada. Deixamos de ser professores, para sermos “mão de obra” barata. Para sociedade, “cuidamos de crianças” e não devemos ter opiniões e nem nos manisfestar. Criam a escola sem partido, um projeto político que ataca a educação e os professores. Uma escola “sem partido” com muita “direção”, de estudantes e pais “preocupados” com questões político-ideológico dos professores e escolas. Um projeto que fere a autonomia de sala de aula.

Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual. Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural. Pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural. Nada deve parecer impossível de mudar. (Bertold Brecht)

Ou seja, como diz o poema, nada é impossível de mudar, vamos continuar lutando.  A luta continua sendo travada, com quem não nós valoriza, com quem nós sucateia, com o governo e projetos políticos que nos ameaçam. Seguimos enquanto professoras, lutando por essa educação.