sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Dias de luta, dias de glória!




Sonhamos? Vamos sonhar?
Não vamos chorar pelas mazelas, vamos tentar superar!
Vamos lutar para superar!
Juntos, podemos mudar o mundo!

Os conhecimentos construídos estão iluminando mentes e tornando os caminhos cheios de luzes. Superar os problemas e enfrentar os desafios, com muita luz para iluminar a razão. As luzes podem até se apagar, mas juntos vamos continuar acendendo novas mentes, iluminando mais caminhos.

Vamos fazer acontecer! Vamos fazer!
Compartilhar o saber, ler o mundo, ver as cores, somar as ideias, superar os medos, enfrentar os problemas, construir um mundo melhor...
Vamos acreditar? Vamos acreditar!

Enquanto houver esperança na mudança através da educação, vai chegar o dia que vamos juntos mudar o mundo mesmo. 

*Curta produzido pelas alunas do Pead, eixo VI: Denise, Melissa, Naiara, Natália e Tatiana. 

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Sobre leituras e Piaget!



Ao ler e ver vários vídeos sobre construtivismo, modelos epistemológicos e Piaget com sua teoria do desenvolvimento, percebemos o quanto o conhecimento cientifico e com base nas experiências, principalmente no campo da educação tem importância. E o quanto é importante ressignificarmos nossa prática, principalmente em sala de aula, pois como nos coloca Becker, cadê a experiência? Cadê a intuição? Cadê as perguntas? Precisamos deixar as cópias de lado, precisamos deixar o aluno construir seu saber e precisamos sair do comando, como nos traz Freire, onde aponta a questão do comando do professor. Precisamos abrir mão desse poder, para dar poder para nossos alunos.

Sobre Piaget, podemos observar que o sujeito epistêmico, que é aquele sujeito que está em permanente interação com a realidade que procura saber para assegurar as adaptações contínuas para manter um equilíbrio nessas trocas, que é também o sujeito central do modelo piagetiano, preocupado em desvendar os mecanismos processuais do pensamento, e dentro disso Piaget nos apresenta alguns estágios de desenvolvimento que diferem uns dos outros e o conteúdo de cada estádio consiste num sistema fechado que determina a forma como compreendemos e damos sentido às experiências.

Portanto, tudo que foi visto e lido, nos remete muito a essa postura de reflexão do professor e de ação, em prol de uma pratica mais diferenciada, oportunizando aos alunos um ensino de construção e não somente de copias. O professor tem papel importante nessa nova ação, principalmente porque é através dele que se dá essa construção de conhecimento.



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Somos iguais, porém diferentes!

Trabalho realizado após leitura do "O garoto Estrela", que aborda diversidade

Ao falarmos sobre as diferenças físicas e preconceitos, percebemos muitas vezes que se faz presente na nossa sala de aula e de forma explicita na maioria das vezes. Tudo porque a sala de aula é o primeiro contato que nossos alunos têm com a sociedade e ele traz para dentro da sala de aula sua bagagem cultural e suas experiências. O preconceito é moldado em casa, muitas vezes e disseminado nas ruas. Antes de sairmos julgando, precisamos entender o que leva esse sujeito ser preconceituoso e precisamos refletir acerca do tema. Muitas vezes, o fato de sermos diferente gera esse pré-conceito. Pois não estamos acostumados com o diferente. Diferente do que se prega na sociedade. Diferente do que a mídia mostra. Diferente do que padrão que nos foi imposto. O diferente, não é nos é comum. Não sabemos lidar com o diferente. E muitas vezes, o diferente pode ser a gente mesmo.
E existem vários tipos de diferenças, as físicas, as diferenças de personalidades e os comportamentos que se diferem.  Como lidar com tudo isso em sala de aula? E se pensarmos sobre as diferenças, temos as diferenças significativas que pontuam definições tais como: Estatísticos, Estrutural e Psicosocial. Estatísticas se refere à matemática mesmo, aqueles apontamentos que tantos por cento da sociedade faz assim ou daquele modo.  O estrutural se refere à vocação, como características dos indivíduos (ver, ouvir, falar, comer) e são taxadas de diferentes pessoas que necessitam de uma ajuda de algum elemento exterior para exercer essas características e o psicosocial se refere à comparação, como por exemplo, só pessoas brancas, magras e altas serão bem sucedidas, logo se pertencer a esse grupo sou “normal” e não vista como diferente.
E como transformar a diferença em igualdade numa sala de aula? Como nos aponta Freire, educação não muda o mundo, educação muda pessoas. Logo, precisamos mudar pessoas para que elas possam a vir a mudar o mundo.
Na minha sala de aula, trabalho a partir da literatura infantil, que além de ser uma estratégia de leitura, oportuniza o debate sobre diversidade e consequentemente sobre respeito ao próximo e empatia.
Ao perceber que o diferente é igual, passamos a valorizar a diversidade presente em sala de aula e além da valorização, passamos a dar voz aos alunos que se sentem “diferentes” em sala de aula. Não devemos permitir que nossos alunos sejam como os avestruz e queiram se esconder dentro da areia, portanto é fundamental oportunizar momentos em sala de aula para que possam se construir como sujeitos pertencentes a essa sociedade.




terça-feira, 17 de outubro de 2017

Vamos falar sobre ética...



O que é?

No dicionário online diz:

Substantivo feminino Segmento da filosofia que se dedica à análise das razões que ocasionam, alteram ou orientam a maneira de agir do ser humano, geralmente tendo em conta seus valores morais.

No dicionário de filosofia diz:

Área da filosofia que estuda o comportamento humano. A palavra ética se origina do termo grego ethos, que significa "modo de ser", "caráter", "costume", "comportamento". ... Bom e mau, ou melhor, Bem e Mal, entretanto, são valores que não apresentam, para o ser humano, um caráter absoluto.

Ou seja, ética é tudo isso ai e mais um pouco.

Ética é o modo de ser e agir dos seres humanos e dessa forma contribuindo para uma sociedade justa e igualitária, sem pré-conceitos e preconceitos, uma sociedade com valores que oportunizam nosso crescimento quantos sujeitos dessa sociedade.

E a ética em nossa sala de aula?


Penso que podemos contribuir para essa sociedade ética, justamente construindo na nossa sala de aula relações harmoniosas, trabalhando com nossos alunos, futuros sujeitos dessa sociedade, o que é ética e como se dá uma relação livre da ação antiética. E principalmente construindo com nossos alunos essas relação. E como o primeiro contato com a sociedade é na escola e na sala de aula, construir essa “sociedade” ali é fundamental. E que possamos ser exemplos para nossos alunos, sendo que eles reproduzem o que vêem em casa e como vêem o professor. Sejamos éticos nas nossas relações e nas relações com nossos alunos. 

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Para escrever, precisamos ler... Ou escutar!


Escrever é colocar letras em movimentos, mas para escrever e escrever bem é preciso ler... Ler e ouvir alguém lendo...
Não somente ler, mas ler muito. 
E ao ouvir alguém lendo, ter a concentração para se adentrar no mundo das letras e viajar com as histórias...

Por isso devemos ler  para nossos  alunos.
Ler e reler quantas vezes eles quiserem.
Ler história, ler poesias...
Ler muito!

Pois ler permite a construção de um repertório literário, que ao longo da vida vai funcionar como referencial cultural, além de formar futuros leitores que leem pelo prazer de ler e não por obrigação, porque a professora pediu ou para irem bem à prova. Contar histórias, isso faz uma baita diferença na vida das crianças e em nossas vidas. Ler por prazer, faz a diferença na vida de qualquer um. E nosso maior desafio como docente é formar praticantes da leitura e da escrita e não apenas sujeitos que possam razoavelmente ler e interpretar. Precisamos de pessoas que leiam o mundo, escrevam para o mundo e abram novas portas!


E com a atividade do sarau poético, nos adentramos num mundo tão bonito de letras e poesias... Quase uma terapia, ler o texto que nos escolheu e ouvir o outro ler o seu texto... Nos adentrar em nós e no outro. Que belo exercício! 

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Modelos Pedagógicos!




Há um amplo debate em torno da necessidade de se modificarem os currículos escolares. Há sinais incontestáveis da inadequação das práticas pedagógicas tradicionais, o que resulta no fracasso de muitos estudantes e no crescente desinteresse pela aprendizagem.
Muitas vezes questionamos nosso currículo e nossos modelos de ensino e criticamos muito a metodologia tradicional, mas poucos sabemos utilizar somente modelos construtivistas em sala de aula.  Ainda se cobra muito da escola, ainda se cobra muito do professor. Para haver esse enfoque globalizador, seria necessária uma mudança geral na educação, começando pela gestão escolar.
Os alunos dispersivos, muitas vezes são assim, porque não conseguem acompanhar uma aula empirista, quando esse aluno se torna o protagonista do seu saber, ele acaba se empenhando. Mas, volto a dizer, muitas vezes o professor não percebe o porquê deste aluno está dispersivo e confunde muito que é dispersão, a família não compreende também e muitas vezes esse sujeito que só precisava de um estimulo diferente para construir seu saber, acaba ficando “dopado” pelo sistema e rotulado.  
Então, penso que deveríamos fazer essa reflexão todos os dias e tentar adequar nosso planejamento com uma aula construtivista, interdisciplinar, onde os alunos construam seus saberes. Sabe, fazer aquela ressignificação da pratica, após a reflexão. Se não tem como, por pressão social da escola e da comunidade trabalhar só com esta metodologia, devemos tentar chegar o mais perto possível de um ambiente construtor, ou quem sabe tentar misturar as duas metodologias. Creio que qualquer mudança é bem vinda e pode ajudar muito a turma.

            Que tipo de aluno queremos criar? Indivíduos subservientes ou individuo pensante, critico, criativo e operativo? Nossa metodologia que vai criar esse aluno. 

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Sobre o semestre passado...

Workshop Eixo V


O Eixo V nos trouxe a importante do professor reflexivo, da ação que temos que fazer cotidianamente em nossa sala de aula, da importância de ter um espaço escolar aberto a todos da comunidade escolar, com uma gestão democrática que escuta todos, de um conselho escolar ativo. Tudo isso junto, torna a educação ideal, a educação de qualidade e que não é mais utopia. Sabemos que o papel da escola tem se transformando, ainda depois da LDB, a escola deixa de ser aquele espaço somente preocupado com a grande curricular e passa a exercer um papel de formar sujeitos críticos para viverem em sociedade, para serem cidadãos justos, críticos, atuantes, igualitários. Pois é na escola, o primeiro contato que esse sujeito tem com a sociedade e isso é educar para a cidadania. E esse educar para a cidadania está de acordo com a constituição federal e na LDB (9334/96):

Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Nós, professores, temos a responsabilidade de tornar essa educação uma educação de qualidade para nossos alunos. Só eles podem mudar a nossa sociedade e transformar mentes. Como já dizia FREIRE, educação não muda o mundo, muda as pessoas. E quem muda o mundo são as pessoas.