terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Professora lutando também está ensinando!

Precisamos sair da caixa comum e trazer para nossas salas de aulas, momentos de reflexão com nossos alunos, para que eles possam desenvolver seu lado critico e refletir sobre o que estão aprendendo e o que querem da sociedade em que vivem. Eles podem vir a mudar essa sociedade, mas para isso não podem só aceitar o que é imposto, eles devem atuar. Freire propõe ao professor uma mudança de atitude, em virtude de que o educador além de atuar em sala de aula como professor conteúdista, esse profissional possa conscientizar, orientar e preparar seus alunos para a vida, guiando-os sempre para os caminhos corretos, capazes de fazer desses alunos no futuro, verdadeiros cidadãos com senso crítico, munidos não só de inteligência, mas também de valores. Após 94 dias em greve, voltei dela e fiz meus alunos perceberem a importância de uma greve. E o porquê não estar calado diante das coisas como são é importante para mudar essas coisas. É isso que quero na minha sala de aula e é esse meu objetivo como professora. Formar alunos para serem críticos da nossa sociedade e além de serem críticos, transformarem a sociedade numa sociedade mais justa e igualitária, onde todos tenham acesso além de só direito a uma educação de qualidade. Sabemos que nem sempre é fácil atender a demanda de alunos que temos em sala de aula desta forma que Freire tanto desejava, mas não é impossível. E com certeza isso é feito pela maioria dos professores que permanecem apaixonados pela arte de ensinar. Apesar dos seus salários risíveis, estamos na luta por essa educação igualitária e justa e seguimos com o nosso propósito inicial de educar e consequentemente aprender com nossos alunos.


domingo, 26 de novembro de 2017

Mitos e Preconceitos! Rótulos e Pré-Conceitos!

A sociedade em geral não lida bem com o dito diferente, tem tendência a apontar e a muitas vezes ter um certo pré-conceito. Dentro de uma sala de aula, que é o primeiro contato com a sociedade que os sujeitos tem, isso também acontece. Mas que diferença é essa que instiga ao pré-conceito? O que é ser diferente? O texto nos faz refletir sobre isso. E existem vários tipos de diferenças, as físicas, as diferenças de personalidades e os comportamentos que se diferem.  Como lidar com tudo isso em sala de aula? E se pensarmos sobre as diferenças, temos as diferenças significativas que pontuam definições tais como: Estatísticos, Estrutural e Psicosocial. Estatíticos se refere à matemática mesmo, aqueles apontamentos que tantos porcento da sociedade faz assim ou daquele modo. O estrutural se refere a vocação, como características dos indivíduos (ver, ouvir, falar, comer) e são taxadas de diferentes pessoas que necessitam de uma ajuda de algum elemento exterior para exercer essas características e o psicosocial se refere a comparação, como por exemplo só pessoas brancas, magras e altas serão bem sucedidas , logo se pertencer a esse grupo sou “normal” e não vista como diferente.

Um conceito que trabalho muito em sala de aula é da empatia, empatia pelo próximo. Somos iguais, porém diferentes e precisamos ser respeitados nessa nossa diferença. O diferente não deve ser assustador, mas deve ser somado a diversidade da nossa sociedade multicultural e deve ser respeitado. Por isso a palavra empatia. Faço com que meus alunos reflitam sobre essa palavra e a pratiquem. O ensino desse conceito, que deve ser praticado em sala de aula e na vida é fundamental, pois muitas vezes essas relações em sala de aula são liquidas, como nos fala Bauman, ninguém se preocupa com o outro, só consigo mesmo. E para vivermos bem em sociedade, precisamos ter o cuidado com o outro, além de nós mesmos. Quando não se tem empatia, muitas vezes se tem o Pré-conceito, o preconceito e os rótulos.  Estamos ali formando sujeitos que serão os futuros atuantes da nossa sociedade, se começarmos a trabalhar a empatia pelo próximo e o respeito a diversidade, no futuro não serão adultos pré-conceituosos. Para Omote (2004) deveríamos pensar na diversidade como um fator natural, decorrente da variabilidade própria da espécie humana, de alterações ocorridas no organismo e de possíveis variações no ambiente.

domingo, 19 de novembro de 2017

Método Clínico Piagetiano



O método clínico piagetiano, se questiona além de catalogar respostas, tenta-se descobrir o processo que levou a criança a chegar naquela resposta, o método é quase uma investigação do pensamento da criança, as perguntas básicas do método são propostas de exploração, proposta de justificação e proposta de controle. A aplicação do método aliado ao planejamento em sala de aula possibilita uma interação entre professor e aluno, faz também com que o professor fique atento para não perder o foco investigativo.  O método clínico constitui uma técnica bem complexa, com uma base teórica bem aprofundada.

Os erros das crianças ao são somente vistos como erros, pois tentando acertar, se erra e a criança acaba fazendo suas correções em função desse erro e com isso acaba buscando novos conhecimentos e construindo novas certezas, por isso o erro é visto como construtivo.  

E ao professor, como nos aponta COLLARES, cabe “colocar problemas, levantar hipóteses, acolhendo as reações provocadas por suas propostas, o que exigirá dele o máximo de flexibilidade e de rigor, dirigindo e deixando dirigir-se pelos acontecimentos”.


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Dias de luta, dias de glória!




Sonhamos? Vamos sonhar?
Não vamos chorar pelas mazelas, vamos tentar superar!
Vamos lutar para superar!
Juntos, podemos mudar o mundo!

Os conhecimentos construídos estão iluminando mentes e tornando os caminhos cheios de luzes. Superar os problemas e enfrentar os desafios, com muita luz para iluminar a razão. As luzes podem até se apagar, mas juntos vamos continuar acendendo novas mentes, iluminando mais caminhos.

Vamos fazer acontecer! Vamos fazer!
Compartilhar o saber, ler o mundo, ver as cores, somar as ideias, superar os medos, enfrentar os problemas, construir um mundo melhor...
Vamos acreditar? Vamos acreditar!

Enquanto houver esperança na mudança através da educação, vai chegar o dia que vamos juntos mudar o mundo mesmo. 

*Curta produzido pelas alunas do Pead, eixo VI: Denise, Melissa, Naiara, Natália e Tatiana. 

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Sobre leituras e Piaget!



Ao ler e ver vários vídeos sobre construtivismo, modelos epistemológicos e Piaget com sua teoria do desenvolvimento, percebemos o quanto o conhecimento cientifico e com base nas experiências, principalmente no campo da educação tem importância. E o quanto é importante ressignificarmos nossa prática, principalmente em sala de aula, pois como nos coloca Becker, cadê a experiência? Cadê a intuição? Cadê as perguntas? Precisamos deixar as cópias de lado, precisamos deixar o aluno construir seu saber e precisamos sair do comando, como nos traz Freire, onde aponta a questão do comando do professor. Precisamos abrir mão desse poder, para dar poder para nossos alunos.

Sobre Piaget, podemos observar que o sujeito epistêmico, que é aquele sujeito que está em permanente interação com a realidade que procura saber para assegurar as adaptações contínuas para manter um equilíbrio nessas trocas, que é também o sujeito central do modelo piagetiano, preocupado em desvendar os mecanismos processuais do pensamento, e dentro disso Piaget nos apresenta alguns estágios de desenvolvimento que diferem uns dos outros e o conteúdo de cada estádio consiste num sistema fechado que determina a forma como compreendemos e damos sentido às experiências.

Portanto, tudo que foi visto e lido, nos remete muito a essa postura de reflexão do professor e de ação, em prol de uma pratica mais diferenciada, oportunizando aos alunos um ensino de construção e não somente de copias. O professor tem papel importante nessa nova ação, principalmente porque é através dele que se dá essa construção de conhecimento.



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Somos iguais, porém diferentes!

Trabalho realizado após leitura do "O garoto Estrela", que aborda diversidade

Ao falarmos sobre as diferenças físicas e preconceitos, percebemos muitas vezes que se faz presente na nossa sala de aula e de forma explicita na maioria das vezes. Tudo porque a sala de aula é o primeiro contato que nossos alunos têm com a sociedade e ele traz para dentro da sala de aula sua bagagem cultural e suas experiências. O preconceito é moldado em casa, muitas vezes e disseminado nas ruas. Antes de sairmos julgando, precisamos entender o que leva esse sujeito ser preconceituoso e precisamos refletir acerca do tema. Muitas vezes, o fato de sermos diferente gera esse pré-conceito. Pois não estamos acostumados com o diferente. Diferente do que se prega na sociedade. Diferente do que a mídia mostra. Diferente do que padrão que nos foi imposto. O diferente, não é nos é comum. Não sabemos lidar com o diferente. E muitas vezes, o diferente pode ser a gente mesmo.
E existem vários tipos de diferenças, as físicas, as diferenças de personalidades e os comportamentos que se diferem.  Como lidar com tudo isso em sala de aula? E se pensarmos sobre as diferenças, temos as diferenças significativas que pontuam definições tais como: Estatísticos, Estrutural e Psicosocial. Estatísticas se refere à matemática mesmo, aqueles apontamentos que tantos por cento da sociedade faz assim ou daquele modo.  O estrutural se refere à vocação, como características dos indivíduos (ver, ouvir, falar, comer) e são taxadas de diferentes pessoas que necessitam de uma ajuda de algum elemento exterior para exercer essas características e o psicosocial se refere à comparação, como por exemplo, só pessoas brancas, magras e altas serão bem sucedidas, logo se pertencer a esse grupo sou “normal” e não vista como diferente.
E como transformar a diferença em igualdade numa sala de aula? Como nos aponta Freire, educação não muda o mundo, educação muda pessoas. Logo, precisamos mudar pessoas para que elas possam a vir a mudar o mundo.
Na minha sala de aula, trabalho a partir da literatura infantil, que além de ser uma estratégia de leitura, oportuniza o debate sobre diversidade e consequentemente sobre respeito ao próximo e empatia.
Ao perceber que o diferente é igual, passamos a valorizar a diversidade presente em sala de aula e além da valorização, passamos a dar voz aos alunos que se sentem “diferentes” em sala de aula. Não devemos permitir que nossos alunos sejam como os avestruz e queiram se esconder dentro da areia, portanto é fundamental oportunizar momentos em sala de aula para que possam se construir como sujeitos pertencentes a essa sociedade.




terça-feira, 17 de outubro de 2017

Vamos falar sobre ética...



O que é?

No dicionário online diz:

Substantivo feminino Segmento da filosofia que se dedica à análise das razões que ocasionam, alteram ou orientam a maneira de agir do ser humano, geralmente tendo em conta seus valores morais.

No dicionário de filosofia diz:

Área da filosofia que estuda o comportamento humano. A palavra ética se origina do termo grego ethos, que significa "modo de ser", "caráter", "costume", "comportamento". ... Bom e mau, ou melhor, Bem e Mal, entretanto, são valores que não apresentam, para o ser humano, um caráter absoluto.

Ou seja, ética é tudo isso ai e mais um pouco.

Ética é o modo de ser e agir dos seres humanos e dessa forma contribuindo para uma sociedade justa e igualitária, sem pré-conceitos e preconceitos, uma sociedade com valores que oportunizam nosso crescimento quantos sujeitos dessa sociedade.

E a ética em nossa sala de aula?


Penso que podemos contribuir para essa sociedade ética, justamente construindo na nossa sala de aula relações harmoniosas, trabalhando com nossos alunos, futuros sujeitos dessa sociedade, o que é ética e como se dá uma relação livre da ação antiética. E principalmente construindo com nossos alunos essas relação. E como o primeiro contato com a sociedade é na escola e na sala de aula, construir essa “sociedade” ali é fundamental. E que possamos ser exemplos para nossos alunos, sendo que eles reproduzem o que vêem em casa e como vêem o professor. Sejamos éticos nas nossas relações e nas relações com nossos alunos.